segunda-feira, 16 de julho de 2012

Os Animais tem Consciência!

Bom gente vamos lá.
Matéria publicada na revista veja sobre o trabalho de cientistas que atestam que os animais tem consciência, claro que tem, tem alma também.
Eles demoram demais para atestar fatos lógicos, mas vamos lá, este tipo de trabalho temos que divulgar.

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"Não é mais possível dizer que não sabíamos", diz Philip Low

Neurocientista explica por que pesquisadores se uniram para assinar manifesto que admite a existência da consciência em todos os mamíferos, aves e outras criaturas, como o polvo, e como essa descoberta pode impactar a sociedade

Marco Túlio Pires
Epilepsia: especialistas estimam que 2% da população brasileira tenha a doença
Estruturas do cérebro responsáveis pela produção da consciência são análogas em humanos e outros animais, dizem neurocientistas (Thinkstock)
O neurocientista canadense Philip Low ganhou destaque no noticiário científico depois deapresentar um projeto em parceria com o físico Stephen Hawking, de 70 anos. Low quer ajudar Hawking, que está completamente paralisado há 40 anos por causa de uma doença degenerativa, a se comunicar com a mente. Os resultados da pesquisa foram revelados no último sábado (7) em uma conferência em Cambridge. Contudo, o principal objetivo do encontro era outro. Nele, neurocientistas de todo o mundo assinaram um manifesto afirmando que todos os mamíferos, aves e outras criaturas, incluindo polvos, têm consciência. Stephen Hawking estava presente no jantar de assinatura do manifesto como convidado de honra.
Divulgação
Philip Low
Philip Low: "Todos os mamíferos e pássaros têm consciência"
Low é pesquisador da Universidade Stanford e do MIT (Massachusetts Institute of Technology), ambos nos Estados Unidos. Ele e mais 25 pesquisadores entendem que as estruturas cerebrais que produzem a consciência em humanos também existem nos animais. "As áreas do cérebro que nos distinguem de outros animais não são as que produzem a consciência", diz Low, que concedeu a seguinte entrevista ao site de VEJA:
Estudos sobre o comportamento animal já afirmam que vários animais possuem certo grau de consciência. O que a neurociência diz a respeito?Descobrimos que as estruturas que nos distinguem de outros animais, como o córtex cerebral, não são responsáveis pela manifestação da consciência. Resumidamente, se o restante do cérebro é responsável pela consciência e essas estruturas são semelhantes entre seres humanos e outros animais, como mamíferos e pássaros, concluímos que esses animais também possuem consciência.
Quais animais têm consciência? Sabemos que todos os mamíferos, todos os pássaros e muitas outras criaturas, como o polvo, possuem as estruturas nervosas que produzem a consciência. Isso quer dizer que esses animais sofrem. É uma verdade inconveniente: sempre foi fácil afirmar que animais não têm consciência. Agora, temos um grupo de neurocientistas respeitados que estudam o fenômeno da consciência, o comportamento dos animais, a rede neural, a anatomia e a genética do cérebro. Não é mais possível dizer que não sabíamos.

É possível medir a similaridade entre a consciência de mamíferos e pássaros e a dos seres humanos? Isso foi deixado em aberto pelo manifesto. Não temos uma métrica, dada a natureza da nossa abordagem. Sabemos que há tipos diferentes de consciência. Podemos dizer, contudo, que a habilidade de sentir dor e prazer em mamíferos e seres humanos é muito semelhante.

Que tipo de comportamento animal dá suporte à ideia de que eles têm consciência?Quando um cachorro está com medo, sentindo dor, ou feliz em ver seu dono, são ativadas em seu cérebro estruturas semelhantes às que são ativadas em humanos quando demonstramos medo, dor e prazer. Um comportamento muito importante é o autorreconhecimento no espelho. Dentre os animais que conseguem fazer isso, além dos seres humanos, estão os golfinhos, chimpanzés, bonobos, cães e uma espécie de pássaro chamada pica-pica.

Quais benefícios poderiam surgir a partir do entendimento da consciência em animais? Há um pouco de ironia nisso. Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto estamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. Se considerarmos que um polvo — que tem 500 milhões de neurônios (os humanos tem 100 bilhões) — consegue produzir consciência, estamos muito mais próximos de produzir uma consciência sintética do que pensávamos. É muito mais fácil produzir um modelo com 500 milhões de neurônios do que 100 bilhões. Ou seja, fazer esses modelos sintéticos poderá ser mais fácil agora.

Qual é a ambição do manifesto? Os neurocientistas se tornaram militantes do movimento sobre o direito dos animais? É uma questão delicada. Nosso papel como cientistas não é dizer o que a sociedade deve fazer, mas tornar público o que enxergamos. A sociedade agora terá uma discussão sobre o que está acontecendo e poderá decidir formular novas leis, realizar mais pesquisas para entender a consciência dos animais ou protegê-los de alguma forma. Nosso papel é reportar os dados.

As conclusões do manifesto tiveram algum impacto sobre o seu comportamento? Acho que vou virar vegetariano. É impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do sofrimento. Será difícil, adoro queijo.

O que pode mudar com o impacto dessa descoberta? Os dados são perturbadores, mas muito importantes. No longo prazo, penso que a sociedade dependerá menos dos animais. Será melhor para todos. Deixe-me dar um exemplo. O mundo gasta 20 bilhões de dólares por ano matando 100 milhões de vertebrados em pesquisas médicas. A probabilidade de um remédio advindo desses estudos ser testado em humanos (apenas teste, pode ser que nem funcione) é de 6%. É uma péssima contabilidade. Um primeiro passo é desenvolver abordagens não invasivas. Não acho ser necessário tirar vidas para estudar a vida. Penso que precisamos apelar para nossa própria engenhosidade e desenvolver melhores tecnologias para respeitar a vida dos animais. Temos que colocar a tecnologia em uma posição em que ela serve nossos ideais, em vez de competir com eles.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

ANENCÉFALO E O ABORTAMENTO

Recebi este caso por e-mail e achei importante repassar.
Antes de se optar por um aborto, deve-se saber em tudo o que ele implica.


ANENCÉFALO E O ABORTAMENTO
Se constitui como uma das finalidades da reencarnação o refazimento do corpo perispiritual. É cediço que o espírito desregrado, preso aos vícios e às paixões que envilecem o homem, ao desencarnarem, podem chegar a perder sua forma perispirítica. Assim como o suicida, que do mesmo modo compromete gravemente o seu corpo fluídico, muitas vezes é dada a oportunidade de uma nova existência para o restabelecimento desse corpo...
Inicialmente, lembramos que anencéfalo, embora seja considerado sem cérebro, na realidade é portador de um segmento cerebral estando faltante região do cérebro que impossibilitarão sua sobrevivência pós-parto.

A fim de colocarmos a visão espírita sobre este importante problema, exemplificaremos com um caso real.

Usaremos nomes fictícios. João e Maria eram casados há 2 anos. A felicidade havia batido à sua porta. Maria estava grávida. Exultantes procuraram o médico obstetra para as orientações iniciais. Planos mil ambos estabeleceram. Ao longo dos meses, no entanto, foram surpreendidos, através do estudo ultrassonográfico, da triste notícia de que seu bebê era anencéfalo. Ao serem informados, caíram em prantos ao ouvirem a proposta do obstetra lhes oferecendo o abortamento. Posicionaram-se contrários explicando sua visão espírita.

Trata-se de um ser humano que renasce precisando de muito amor e amparo. Nós estaremos com nosso filho (a) até quando nos for permitido.

Mas, esta criatura não vai viver além de alguns dias ou semanas na incubadora disse o obstetra.

-- Estamos cientes, mas até lá seremos seus pais.

Guardavam, também, secretamente, a esperança de que houvesse algum equívoco de diagnóstico que lhes proporcionasse um filho saudável.

Durante nove meses dialogaram com seu bebê, intra-útero. Disseram quanto o (a) amavam. Realizaram, semanalmente, a reunião do Evangelho no Lar, solicitando aos mentores a proteção e amparo ao ser que reencarnava.

Chegara o grande momento: Em trabalho de parto, Maria adentra a maternidade com um misto de esperança e angústia. A criança nasce; o pai ao ver o filho sofre profundo impacto emocional tendo uma crise de lipotímia. O bebê anencéfalo sobrevive na incubadora com oxigênio, 84 horas. Há um triste retorno ao lar.

Passam-se aproximadamente 2 anos do pranteado evento. João e Maria, trabalhadores do instituto de cultura espírita de sua cidade freqüentavam na mencionada instituição, reunião mediúnica quando uma médium em desdobramento consciente informa ao coordenador do grupo:

-- Há um espírito de uma criança que deseja se comunicar.

-- Que os médiuns facilitem o transe psicofônico para a atendermos - responde o dirigente.

Após alguns segundos, uma experiente médium dá a comunicação:

-- Boa noite, meu nome é Shirley venho abraçar papai e mamãe.

-- Quem é seu papai e sua mamãe?

-- São aqueles dois - disse apontando João e Maria.

-- Seja bem vinda Shirley, muita paz! Que tens a dizer?

-- Quero agradecer a papai e mamãe todo o amor que me dedicaram durante gravidez, sim, eu era aquele anencéfalo.

-- Mas você está linda agora.

-- Graças às energias de amor recebidas, graças ao Evangelho no Lar, que banharam meu corpo espiritual durante todo aquele tempo.

-- Como se operou esta mudança?

-- Tive permissão para esta mensagem pelo alcance que a mesma poderá ter a outras pessoas. Eu possuía meu corpo espiritual muito doente, deformado pelo meu passado cheio de equívocos. Fui durante nove meses envolvida em luz. Uma verdadeira cromoterapia mental que gradativamente passou a modificar meu corpo astral (perispírito). Os diálogos que meus pais tiveram comigo foram uma intensa educação pré-natal que muito contribuíram para meu tratamento. Eu expiei, no verdadeiro sentido da palavra. Expiar é como expirar, colocar para fora o que não é bom. Eu drenei as minhas deformidades perispirituais para meu corpo físico e fui me libertando das minhas deformidades. Como meus pais foram generosos. Meu amor por eles será eterno.

-- Por que estás na forma de uma criança, já que te expressas tão inteligentemente?

-- Por que estou em preparo para o retorno. Dizem meus instrutores que tenho permissão para informar. Meus pais têm o merecimento de saber. Devo renascer como filha deles, normal, talvez no próximo ano.
Após dois anos renasceu Shirley, que hoje é uma linda menina de olhos verdes e cabelos castanhos, espírito suave e encantador. 
 
 
Ricardo Di Bernardi
Médico homeopata geral e pediatra, Presidente da Associação Médico-Espírita de Santa Catarina.

quinta-feira, 12 de abril de 2012

NÓS TEMOS OPÇÃO

Natureza humana, você ainda tem?

O que faria um animal genuinamente carnívoro e faminto ignorar a carne? Uma presa fácil? O animal já abatido?
Será que a resposta seria algo que chamamos de humanidade? Que os humanos deveriam ter?
(o vídeo esta no final do texto, assista-o depois de ler)

Não faz parte da natureza humana matar para comer - comer carne - mas ele acha que sim e por conta disso passou a viver menos e hoje vive menos e doente.

Falando de humanidade, deste sentimento que esta raça julga possuir e de fato alguns possui mas a maioria não passa de animais pensantes que perdeu este sentimento ou nunca teve. Sentimento que basicamente envolve empatia e o querer fazer o bem, o “faça aos outros quilo que gostaria que fizessem para você.” Vamos ver se você ainda tem este sentimento ou se deseja desenvolvê-lo ou recuperá-lo.

Diferente de um animal você é um ser humano, a diferença é que você tem um cérebro mais desenvolvido que lhe permite pensar, raciocinar e isso lhe possibilita que você tenha escolhas, você pode escolher o que comer, já uma animal vive pelo instinto, ele apenas age.

Então você teria coragem de estando a sua frente um tacho de frutas, nozes, castanhas, e do lado um coelho, você mataria este animal e o consumiria ali?

A maioria dos seres humanos repugna a ideia dele próprio matar qualquer tipo de animal, e eles muito mesmo desejam ver como isto acontece, por que não é natural do ser humana matar. Ele só come carne por que foi adestrado a fazer isto desde a infância sem ter a mínima ideia do que isto implicava e muitos até mesmo não conseguem fazer a ligação do que eles estão comendo, com o animal vivo.
A questão é:
Se não queremos matar, se não é da nossa natureza fazer isto, então por que continuamos comendo mesmo depois de saber tudo isto?
Já dei a resposta.
Devido a nosso adestramento para comer carne e continuar tocando este tipo de consumo, por que isto envolve muitas empresas, muita gente grande que não deseja o fim disto tudo, então em nome deste comércio carniticida (acabei de inventar esta palavra mas deve significar “que assassina um ser para roubar sua carne”). Para sustentar todo este processo as pessoas que nascem dentro deste sistema passam por um processo robotização, a criança perde sua sensibilidade e o adulto sua humanidade, então as pessoas passam a aceitar e até fazer coisas absurdas como se fossem coisas naturais apenas por que são coisas aceitas pela maioria. Como comer carne.

Mas hoje você sabe e NÓS TEMOS OPÇÃO!
Então faça a opção correta por você, pelos animais e isto você estará fazendo pelo mundo.

Já um animal verdadeiramente carnívoro não tem opção.
Então me digam que raio tem um animal que mesmo sento de sua natureza opta em não matar um animal para comê-lo não importando o quão desprotegido esteja. O que este animal sente que você já não sente?

Estaria este animal superando nossa qualidade única como humanos, se tornando digno de tomar nosso lugar, uma vez que nós regredimos?
Um animal mesmo carnívoro, jamais mataria para comer se tivesse outra opção, porque eles sentem empatia por outros seres, mas a natureza o obriga a ser um predador. E veja que isto não é violência, violência é coisa do ser humano. O animal apenas é, e alguns representam um difícil papel na natureza.

Vejam o material ao qual me refiro, o vídeo tem apenas 5 minutos.
[Leopardo adota filhote de macaco após predar sua mãe]

http://www.youtube.com/watch?v=DUjaxD-xw6M
Este não é um caso isolado, é apenas um caso registrado.

Para quem não consegue assistir por qualquer motivo, se trata de um leopardo fêmea que preda uma macaca, mas desiste da caça quando vê um filhote em meio a seus pelos, ela então adota este filhote que o deixou órfão.

Quantos filhotes nós não matamos?
Para se ter uma ideia, na indústria de ovos todo pintinho que nasce macho é descartado, ele é moído e vira ração para outros animais. Talvez de todos os filhotes estes tenham o destino com menos sofrimento, pesquise.

O que estas indústrias não querem é que você se informe sobre estas coisas porque você é o responsável, e se você souber o que anda fazendo não vai mais querer fazer parte disto. Se isto acontece eles pariam de explorar, usar estes animais para extrair deles, algo para dar á você comer.

Se coloque por um momento no lugar daquela mãe leopardo e veja se consegue extrair dela, o que um dia você já teve mas perdeu. Volte a sentir empatia pelos animais e não permita mais que estas criaturas continuem sendo torturadas e mortas, apenas para que possa lhe servir de alimento, mesmo quando você já tem outras opções muito mais saudáveis.

Eles podem ser apenas animais, mas enquanto a humanidade em nós não despertar, eles serão mais humanos do que somos.

- Márcio JS abril 2012


Aprenda a amá-los - Animais são amigos, não comida.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Os golfinhos também são humanos

Uma decisão pouco comum na área da ciência, da ecologia e do direito foi tomada recentemente no Canadá, durante a reunião anual da Associação Norte-americana para o Desenvolvimento da Ciência: foi aprovada a Declaração dos Direitos dos Cetáceos.
Os cientistas propõem conceder aos golfinhos direitos como os de uma pessoa, afirmando que estes mamíferos são bastante inteligentes e que devem ser tratados como semelhantes a nós. Os ambientalistas decidiram aprovar uma “Declaração dos Direitos dos Cetáceos”, cujos artigos deverão ser observados pela legislação internacional e nacional. Muitas destas criaturas estão listadas como ameaçadas e é proibido caçá-las. No entanto, os ambientalistas consideram como anti-ético e inadmissível mesmo manter os golfinhos em cativeiro.

Esta decisão pouco comum foi tomada na cidade canadense de Vancouver numa reunião anual da Associação Norte-americana para o Desenvolvimento da Ciência. A “Declaração dos Direitos dos Cetáceos” declara o direito de cada cetáceo à vida e a um tratamento “humano”: “"eles não podem ser mantidos em cativeiro, explorados, privados do seu ambiente natural, ser submetidos a violência, ser propriedade de um Estado, corporação, grupo de pessoas ou indivíduo.”

De acordo com vários especialistas estrangeiros, a complexidade do cérebro dos golfinhos e das baleias é comparável ao do ser humano, os cetáceos têm uma auto-consciência mais parecida à do homo sapiens. O professor de Ética de Los Angeles, Tom White, ainda afirma que “um assassínio deliberado deste animal é eticamente semelhante a um assassínio deliberado de um ser humano.”
Entretanto, não vale a pena humanizar os golfinhos, acredita o chefe do Laboratório de Mamíferos Marinhos do Instituto de Oceanologia russo, Vsevolod Belkovitch.

"Os golfinhos são criaturas altamente organizadas. Eles têm emoções, perfeita memória, sistema de comunicação. Mas não posso dizer nada quanto a sua auto-consciência, - duvida o biólogo. - Todos os animais têm suas próprias habilidades notáveis, não há animais estúpidos, todos têm emoções, mas, claro que à sua própria maneira. E estas emoções e capacidades adaptam-se àss condições onde o animal habita."
Os defensores dos direitos dos golfinhos insistem que os animais sofrem em cativeiro, visto que no seu meio ambiente natural, o mar alto, a água salgada faz um saneamento constante da sua pele. No "oceanário", o cloro desempenha este papel, mas ele provoca doenças de pele em golfinhos, e ainda cegueira. Além disso, estes mamíferos grandes não podem se manter confortavelmente num espaço confinado. Por dia os golfinhos selvagens percorrem até 160 km e mergulham a uma profundidade de até 200 metros. Nenhum "oceanário"  é capaz de proporcionar tal oportunidade. Por isso, devemos ter uma boa razão para pegar algum animal, incluindo um golfinho, e colocá-lo em cativeiro, acredita Vsevolod Belkovitch.

"Que razões? Por exemplo, milhões de pessoas nunca verão esse animal, apesar de ser mostrado. As pessoas não vão navegar pelos mares para ver um golfinho, por isso, a única solução é um “oceanário”. E este é muito importante porque não é possível amar algo abstratamente. As pessoas precisam de ver um golfinho, tocá-lo, para entender não apenas intelectualmente que este animal é maravilhoso. Mas devemos manter os golfinhos apenas nas condições adequadas, observando as normas básicas de volume e qualidade da água."

A partir de 1972 nos EUA está em vigor uma lei que proíbe caçar, pegar e vender os mamíferos marinhos, afirma o cientista russo. Neste contexto, não é completamente claro para que é necessário ter uma “Declaração dos Direitos dos Cetáceos”. Entretanto, se no quadro deste documento for introduzido um programa de estudo aprofundado destes animais, o seu surgimento só pode ser bem-vindo. “Se comparemos o que sabíamos sobre os golfinhos 10 anos atrás e hoje, vamos observar um progresso muito pequeno, declara Belkovitch. Estes animais ainda continuam sendo um mistério para nós.”
Fonte:

                               Rodolfo Garrido: Los Delfines adquieren derechos humanos 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Estrelas ao mar

Era uma vez um escritor que morava em uma praia tranqüila, próximo a uma colônia de pescadores. 
Todas as manhãs ele caminhava à beira do mar para se inspirar e de tarde escrever. 
Certo dia, caminhando pela praia, viu um vulto ao longe que parecia dançar.
Ao chegar perto, reparou que se tratava de um jovem que recolhia estrelas-do-mar da areia, para, uma a uma, jogá-las de volta ao oceano, para além de onde as ondas quebravam.

"Por que você está fazendo isto?", perguntou o escritor.

"Você não vê?", explicou o jovem, que alegremente continuava a apanhar e jogar as estrelas ao mar,
"A maré está baixando e o sol está brilhando forte... elas irão ressecar e morrer se ficarem aqui na areia." 

O escritor espantou-se com a resposta e disse com paciência: 

"Meu jovem, existem milhares de estrelas-do-mar espalhadas pela praia. Você joga algumas poucas de volta ao oceano, mas a maioria vai perecer de qualquer jeito. De que adianta tanto esforço, não vai fazer diferença?" 

O jovem se abaixou e apanhou mais uma estrela na praia, sorriu para o escritor e disse: 

"Para esta aqui faz....", e jogou-a de volta ao mar. 

Naquela noite o escritor não conseguiu escrever, nem sequer dormir. Pela manhã, voltou à praia, procurou o jovem, uniu-se a ele, e, juntos, começaram a jogar estrelas-do-mar de volta ao mar.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Causa Primária do Câncer

Sabiam que no ano de 1931 um cientista recebeu o prêmio Nobel por descobrir a CAUSA PRIMÁRIA DO CÂNCER?

Mas peraí, se a causa foi descoberta, por que ainda não descobriram a cura?
Vamos saber agora!!

Foi este senhor:
Otto Heinrich Warburg (1883-1970). 
Prêmio Nobel em 1931 por sua tese "A causa primária e a prevenção do câncer"

Segundo este cientista, 
o câncer é aconsequência de uma alimentação antifisiológica e um estilo de vida antifisiológico

Por que?... porque uma alimentação antifisiológica - 
dieta baseada em alimentos acidificantes + sedentarismo, cria em nosso organismo um ambiente de ACIDEZ. 

ACIDEZ por sua vez EXPULSA oOXIGÊNIO das células!!!
Ele afirmou: "A falta de oxigênio e a acidez são as duas caras de uma mesma moeda: quando você tem um, você tem o outro."

Ou seja, se você tem excesso de acidez, então automaticamente falta oxigênio em seu organismo!
Outra afirmação interessante: "As substâncias ácidas repelem o oxigênio; em oposto, as substâncias alcalinas atraem o oxigênio."
Ou seja, um ambiente ácido, sim ou sim, é um ambiente sem oxigênio.
E ele afirmava que: "Privar uma célula de 35% de seu oxigênio durante 48 horas, pode convertê-la em cancerígena."

Ainda segundo Warburg: "
Todas as células normais tem como requisito absoluto o oxigênio,  porém as células cancerosas podem viver sem oxigênio - uma regra sem exceção."
E também: "Os tecidos cancerosos são tecidos ácidos, enquanto que os saudáveis são tecidos alcalinos."
Em sua obra "O metabolismo dos tumores", Warburg demonstrou que todas as formas de câncer se caracterizamn por duas condições básicas: a acidose (acidez do sangue) e a hipoxia (falta de oxigênio). Também descobriu que as células cancerosas são anaeróbias (não respiram oxigênio) e NÃO PODEM sobreviver na presença de altos níveis de oxigênio; em troca, sobrevivem graças a  GLICOSE sempre que o ambiente está livre de oxigênio... Portanto, o câncer não seria nada mais que ummecanismo de defesa que tem certas células do organismo para continuar com vida em um ambiente ácido e carente de oxigênio.
Resumindo:
Células sadias vivem em um ambiente alcalino e oxigenado, o qual permite seu normal funcionamento:

Células cancerosas vivem em um ambiente extremamente ácido e carente de oxigênio:
IMPORTANTE: Uma vez finalizado o processo da digestão, os alimentos de acordo com a qualidade de proteína, hidrato de carbono, gordura, minerais e vitaminas que fornecem, gerarão uma condição de acidez ou alcalinidade no organismo. Ou seja, depende unicamente do que você come! 

O resultado acidificante ou alcalinizante se mede através de uma escala chamada PH, cujos valores se encontram em um nível de 0 a 14, sendo PH 7, um PH neutro. 
É importante saber como os alimentos ácidos e alcalinos afetam a saúde, já que para que as células funcionem de forma correta e adequada, seu PH deve ser ligeiramente alcalino. Em uma pessoa saudável,
o PH do sangue se encontra entre 7,40 e 7,45.Leve em conta que se o ph sanguíneo caísse abaixo de 7, entraríamos em estado de coma próximo a morte

Então, que temos a ver com tudo isto? Vamos ao que interessa!!
Alimentos que acidifican o organismo:
Açúcar refinado e todos os seus subprodutos- o pior de tudo: não tem proteínas, nem gorduras, nem minerais, nem vitaminas, só hidrato de carbono refinado que pressiona o pancreas. Seu PH é 2,1, ou seja, altamente acidificante
# Carnes - todas
# Leite de vaca e todos os seus derivados - queijos, requeijão, iogurtes, etc.
Sal refinado
Farinha refinada e todos os seus derivados - massas, bolos, biscoitos, etc.
Produtos de padaria - a maioria contém gordura sagurada, margarina, sal, açúcar e conservantes
Margarinas 
Refrigerantes 
Cafeína - café, chás pretos, chocolate
Álcool 
Tabaco 
Remédios, antibióticos 
# Qualquer alimento cozido - o cozimento elimina o oxigênio e o trasforma em ácido - inclusive as verduras cozidas. 
# Tudo que contenha conservantes, corantes, aromatizantes, estabilizantes, etc. Enfim: todos os alimentos enlatados e industrializados. Constantemente o sangue se encontra
autorregulando-se para não cair em acidez metabólica, desta forma garantindo o bom funcionamento celular, otimizando o metabolismo. O organismo DEVERIA obter dos alimentos, as bases (minerais) para neutralizar a acidez do sangue da metabolização, porém todos os alimentos já citados, contribuem muito pouco, e em contrapartida, desmineralizam o organismo (sobretudo os refinados). Há que se levar em conta que no estilo de vida moderno,estes alimentos são consumidos pelo menos 3 vezes por dia, os 365 dias do ano!!! Curiosamente, todos estes alimentos citados, sãoANTIFISIOLÓGICOS!!...Nosso organismo não foi projetado para digerir toda essa porcaria!!!
Alimentos Alcalinizantes
# Todas as verduras cruas (algumas são ácidas ao paladar, porém dentro do organismo tem reação alcalinizante, outras são levemente acidificantes porém trazem consigo as bases necessárias para seu correto equilíbrio);  cruas produzem oxigênio, cozidas não
#
 Frutas, igualmente as verduras, por exemplo o limão tem um PH aproximado de 2.2, porém dentro do organismo tem um efeito altamente alcalinizante (quem sabe o mais poderoso de todos). Não se deixe enganar pelo seu gosto ácido, ok? As frutas produzem quantidades saudáveis de oxigênio!
#
 Sementes: além de todos os seus benefícios, são altamente alcalinizantes, como por exemplo as amêndoas. 
Cereais integrais: O único cereal integral alcalinizante é o milho, todos os demais são ligeiramente acidificantes, porém muito saudáveis!.. Lembre-se que nossa alimentação ideal necessita de uma porcentagem de acidez (saudável). Todos os cereais devem ser consumidos cozidos. 
O mel é altamente alcalinizante.A clorofila das plantas (de qualquer planta) éaltamente alcalinizante (sobretudo a aloe vera, mais conhecida como babosa).
Á água é importantíssima para a produção de oxigênio. "A desidratação crônica é o estressante principal do corpo e a raiz da maior parte de todas as enfermidades degenerativas", afirma o Dr. Feydoon Batmanghelidj.#O exercício oxigena todo teu organismo, o sedentarismo o desgasta.  Não é preciso dizer mais nada, não é?

O Doutor George w. Crile, de Cleverand, um dos cirurgiões mais importantes do mundo declara abertamente:
“Todas as mortes mal chamadas "naturais",não são mais que o ponto terminal de umasaturação de ácidos no organismo.
Como dito anteriormente, é totalmente impossível que um câncer prolifere em uma pessoa que libera seu corpo da acidez,nutrindo-se com alimentos que produzam reações metabólicas alcalinas e aumentando o consumo de água pura; e que por sua vez, evita os alimentos que produzem acidez, e se abstém de elementos tóxicos. Em geral o câncer não se contrai nem se herda… o que se herda são os costumes alimentícios, ambientais e o estilo de vida que produz o câncer.

Mencken escreveu:
“A luta da vida é contra a retenção de ácido”.
"O envelhecimento, a falta de energia, o stress, as dores de cabeça, enfermidades do coração, alergias, eczemas, urticária, asma, cálculos renais e arterioscleroses entre outros, não são nada mais que a acumulação de ácidos."

O Dr. Theodore A. Baroody disse em seu livro “Alkalize or Die” (Alcalinizar ou Morrer):
"Na realidade não importa o sem-número de nomes de enfermidades. O que importa sim é que todas elas provém da mesma causa básica:muito lixo ácido no corpo!”

O Dr. Robert O. Young disse:
"O excesso de acidificação no organismo é a causa de todas as enfermidades degenerativas. Quando se rompe o equilíbrio e o organismo começa a produzir e armazenar mais acidez e lixo tóxico do que pode eliminar, então se manifestam diversas doenças."
E a quimioterapia?
Não vou entrar em detalhes, somente me limito aenfatizar o óbvio: a quimioterapia acidifica o organismo a tal extremo, que este recorre às reservas alcalinas do corpo de forma inmediata para neutralizar tanta acidez, sacrificando assim bases minerais (Cálcio, Magnésio, Potássio) depositadas nos ossos, dentes, articulações, unhas e cabelos. É por esse motivo que se observa semelhante degradação nas pessoas que recebem este tratamento, e entre tantas outras coisas, se lhes cai a grande velocidade o cabelo. Para o organismo não significa nada ficar sem cabelo, porém um PH ácido significaria a morte. 


Eis a resposta do começo do email: >>> É necessário dizer que isto não é divulgado porque 
a indústria do câncer (leia-se indústria alimentícia + indústria farmacêutica) e a quimioterapia são alguns dos negócios mais multimilionários que existem hoje em dia??
É necessário dizer que 
a indústria farmacêutica e a indústria alimentícia são uma só entidade??
nota: Você se dá conta do que significa isto?
Quanto mais gente doente, mais a indústria farmacêutica no mundo vai lucrar! E pra fabricar tanta gente doente, é ncessário muito alimento lixo, como a indústria alimentícia tem produzido hoje no mundo, ou seja, um produz pra dar lucro ao outro e vice-versa, é uma corrente. Esta é uma equação bem fácil de entender, não é?)
Quantos de nós temos escutado a notícia de alguém que tem câncer e sempre alguém diz: "É.... poderia acontecer com qualquer um..."Com qualquer um????
Agora que você já sabe, o que você vai fazer a respeito?
A ignorância justifica, o saber condena.
"Que teu alimento seja teu remédio, que teu remédio seja teu alimento." Hipócrates